A farmacometria usa modelos matemáticos para descrever e prever como um fármaco é absorvido, distribuído e eliminado. No PKBio, essa é a frente que conecta os dados produzidos nas demais linhas a perguntas práticas: qual dose leva à exposição desejada? Como uma mudança de formulação ou de população altera a concentração plasmática?
O que fazemos
- Modelos PBPK (farmacocinética de base fisiológica): representam órgãos, fluxos sanguíneos e processos de transporte e metabolismo, permitindo extrapolar resultados entre espécies, faixas etárias e condições clínicas.
- PopPK (farmacocinética populacional): descreve a variabilidade entre indivíduos e identifica fatores — como peso ou função de órgãos — que explicam diferenças de exposição.
- PBBM (modelagem biofarmacêutica de base fisiológica): liga dados de solubilidade e dissolução à absorção, apoiando o desenvolvimento de formulações.
- Predição in silico: estimativa de propriedades físico-químicas que alimentam os modelos quando ainda não há dados experimentais.
Por que importa
Modelos bem fundamentados reduzem experimentos desnecessários, orientam o desenho de estudos e ajudam a traduzir resultados do laboratório para a clínica — inclusive em medicina veterinária.